Mostrando postagens com marcador Exposição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Exposição. Mostrar todas as postagens

sábado, 6 de março de 2010

O dia da fotografia artesanal - Pinhole Day

Último domingo de abril é o dia mundial da fotografia artesanal. Pinhole (furo de agulha) é uma técnica artesanal simples mas poderosa para entender os princípios norteadores da fotografia. Belém do Pará é a cidade que mais produz esse tipo de fotografia no Brasil. Parte dessa conquista deve-se ao trabalho de inúmeros voluntários que se unem a Fotoativa todos os anos. Um trecho dessa história você confere no making of de 2006.




Making do evento comemorativo do dia mundial da fotografia artesanal em 2006, evento produzido em Belém pela Associação Fotoativa.

Direção: Michel Pinho.
Edição: Alberto Bitar.
Edição de som: Leo Bitar
Entrevistas: Michel Pinho
Câmeras: Alberto Bitar - Dirceu Maués - Guy Veloso - Lu Magno - Patricia Costa
Agradecimentos:

Graciete Marques
Miguel Chikaoka
Adriana Harumi
Clarice Funakari
Talita Gomes
Guy Veloso
Octavio Cardoso
Makiko Akao

Patrocínio: Big Ben - Gráfica Alves - Sol Informática.

Apoio: Prolab - Unama - Fox Video - Ná Figueredo - Funtelpa - Governo do Estado do Pará - Curro Velho

sábado, 11 de julho de 2009

Exposição “Apolo XI: 40 anos – A Lua não foi pra ninguém morar”

Exposição “Apolo XI: 40 anos – A Lua não foi pra ninguém morar”

No dia em que se completa 40 anos da chegada do homem à Lua, abrirá em Belém uma inusitada exposição fotográfica, “Apolo XI - A Lua Não Foi Pra Ninguém Morar” (prefiro sem as aspas, mas em negrito Apolo XI - A Lua Não Foi Pra Ninguém Morar), trazendo 15 artistas visuais com a tarefa de “recontar” a histórica conquista da Lua.

Segundo o curador e idealizador da mostra, o também fotógrafo Guy Veloso, “quis instigar tanto os artistas a produzirem quanto o público a pensar em um assunto que povoou muito o imaginário da minha geração, dando plena liberdade de criação e interpretação do tema”.

O resultado é uma colcha de retalhos onde se encontra desde fotografia tradicional em película até fotos artesanais, montagens, obras manipuladas em computador ou uso de imagens de arquivos familiares.

Outro dado curioso é que a maioria dos fotógrafos (tão como o curador) não era nascido no dia em que Armstrong saiu-se com o tão repetido clichê “um pequeno passo para o homem, mas um grande pulo para a humanidade”.

Vernissage dia 20.07 às 18h30. Casarão da Fotoativa (Largo das Mercês,19)



Fotografias de:

Alexandre Sequeira
Analú Morais
Armando Queiroz
Daniel Cruz
Daniele Valente
Danielle Fonseca
Fatinha Silva
Francisco Del Tetto
Ionaldo Rodrigues
Lú Magno
Lucia Gomes
Luciana Bezerra
Luiza Cavalcante
Melissa Barbieri
Nailana Thiely


Trilha: Leonardo Venturieri

Concepção e Curadoria: Guy Veloso
Produção: Fatinha Silva
Assistente de produção: Luana Duarte
Artista homenageado: Mestre Lucindo
Apoio cultural: Associação Fotoativa – 25 anos
Patrocínio: Hã? O quê? Até parece...

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Entre a fé a febre chega ao Fotorio




A fotografia paraense estará representada em um dos maiores encontros do gênero no país, o FotoRio, que contará com a exposição individual “Entre a Fé e a Febre: Retratos”, de Guy Veloso. O evento acontece no Centro Cultural Justiça Federal, Rio de Janeiro.

Para o professor e curador Rubens Fernandes Jr., “as imagens de Guy Veloso surpreendem pelo nonsense, pelo surreal, pela completa dissonância entre o mundo real e o outro mundo”. Enquanto para o fotógrafo e pesquisador Orlando Maneschy, Guy Veloso “nos conduz por um país estranho, fascinante e sensual”.

Notável também é a cumplicidade entre o autor e o personagem. Guy “se lança” ao assunto, retorna reiteradamente aos mesmos cenários, fotografa as mesmas pessoas por anos a fio, constrói vínculos, faz amigos. É um artista que se envolve, vive o tema. “É um documento de sua alma fabril, incansável e humanista”, aponta o fotógrafo Walter Firmo.

“Entre a Fé e a Febre: Retratos” já foi exposta no Museu de Arte Sacra de Belém, em 2006, e em mais de dez cidades do país. Do Rio de Janeiro, seguirá para a Bienal Fotodocumental de Quito, no Equador.

O trabalho de Guy Veloso compõe acervos como o da “University of Essex Collection of Latin American Art”, em Colchester, na Inglaterra; “Coleção Nacional de Fotografia”, do Centro Português de Fotografia de Porto, em Portugal; do Museu de Fotografia de Curitiba, no Paraná; da Casa das 11 Janelas, em Belém; e da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.

O projeto, iniciado em 1998 e realizado com câmeras analógicas, investiga manifestações religiosas ímpares no interior do Brasil e mostra ritos que, mesmo em um mundo “globalizado”, são desconhecidos do grande público, em muitos casos, até mesmo das pessoas que vivem nas cidades onde ocorrem.

Fonte: (Diário do Pará)

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Entre a Fé e a Febre: Retratos

Expo do fotógrafo paraense Guy Veloso no CCJF, no Rio de Janeiro

Da Redação

Depois de passar pelo MAC - Museu de Arte Contemporânea de Santiago-Chile, pela Bienal de Fotografia Documental em Tucumán-Argentina e pela Leica em Solms-Alemanha, chega ao Rio de Janeiro a exposição Entre a Fé e a Febre: Retratos, do paraense Guy Veloso, no Centro Cultural Justiça Federal, com vernissage dia 23 de junho de 2009, às 19h.


A mostra investiga manifestações religiosas ímpares no interior profundo do Brasil; trata de ritos e tradições que mesmo em um mundo “globalizado” são desconhecidos do grande público (em muitos casos, até das pessoas que vivem nas cidades onde ocorrem). Registro de uma cultura imaterial que, se não está muito próxima do seu fim, ao menos a cada dia se modifica, perdendo suas raízes.


A captação das imagens, iniciada em 1998 – feita toda com câmeras analógicas –, contou com um complexo estudo prévio, exaustivas negociações com grupos religiosos fechados ou até mesmo de caráter secreto, visitas sistemáticas aos locais investigados (ao todo oito estados) e codificação das fotografias no tempo e espaço. Tudo isto gerou uma coletânea – das maiores do país – de fontes primárias de pesquisa no assunto.


Guy Benchimol de Veloso nasceu (1969) e trabalha em Belém-PA, metrópole de 1,5 milhões de habitantes no coração da Amazônia, um pólo cultural efervescente em meio à floresta equatorial. De formação acadêmica em Direito (1991), é fotógrafo independente desde 1988. Integra o livro Fotografia no Brasil, Um olhar das Origens ao Contemporâneo, de Angela Magalhães e Nadja Peregrino. Já em 1998 realizou (com apoio técnico de Antonio Fonseca) a primeira vernissage transmitida ao vivo pela Internet no Brasil, uma das pioneiras do gênero no mundo. Em 2007 foi tema de um documentário para TV dirigido por Débora 70 (Canal Brasil/NET).

Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 - Centro
Rio de Janeiro, RJ
Coquetel de abertura: dia 23 de junho, às 19h30.
Visitação: de 24 de junho a 02 de agosto, de terça a domingo, das 12 às 19h.
Apoio: Associação Fotoativa – 25 Anos.


Fonte: Portal Photos

Duas décadas de fotografia paraense

Produção contemporânea do estado estará em exposição no Foto Arte Brasília

Da Redação

Uma das mais criativas mostras de fotografia do país aporta no Foto Arte Brasília em novembro. Depois de ser vista por mais de 16 mil pessoas em Fortaleza (CE) e passar pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Fotografia contemporânea paraense será exposta na galeria Athos Bulcão, no Distrito Federal, do dia 3/11 até o final do mês.

A exposição tem a curadoria da paulistana Rosely Nakagawa e divide-se em dois blocos: Panorama 80/90, com obras de 26 fotógrafos atuantes ao longo das duas décadas, e Gratuliano Bibas e anos 90, composta de coletiva com sete fotógrafos surgidos nos anos 90 e individual de Gratuliano Bibas (1917-1997), representante paraense da chamada fotografia moderna, estimulada e organizada pelos fotoclubes nas décadas de 50 e 60 no Brasil.

O primeiro grupo dedica-se à fotografia autoral. Estão presentes artistas consagrados como Elza Lima, Luiz Braga, Guy Veloso, Flavya Mutran, Paula Sampaio, entre outros. O segundo traz o ambiente dos fotoclubes, que permitiu discussões sobre arte e experimentalismo na fotografia, presente na obra de Gratuliano Bibas, junto com jovens fotógrafos. Assim, a mostra faz uma ponte entre o moderno e o contemporâneo.

O projeto, que contou com a pesquisa de Rubens Fernandes Junior e Patrick Pardini, propõe a reflexão crítica da produção fotográfica paraense daqueles 20 anos, dentro do contexto da arte visual contemporânea, e sua difusão através de atividades como exposições, criação de acervo, site na Internet (www.fotoparaense80-90.pa.gov.br), produção de livro e CD-ROM.

A exposição propõe também uma ação educativa a partir da produção de material específico para o trabalho com escolas e outras instituições educacionais. São mídias pedagógicas, como pranchas educativas, Caderno do Professor e encartes sobre a linguagem e a história da fotografia, contextualizando a produção do Pará no período de 1980 a 2002.

As pranchas apresentam imagens com breves comentários para estimular a percepção do aluno e servir como ferramenta para interpretação da imagem fotográfica. Já o livro, apresenta a obra de 34 fotógrafos e constitui-se de 136 imagens (quatro de cada autor), quatro textos críticos e uma cronologia, que destaca os principais eventos e exposições no Brasil e no Pará no período de 1980 a 2002.


Serviços Photos

Fotografia Contemporânea Paraense - Panorama anos 80/90
Abertura 03.11, 5ª feira, 20h30 - Visitação até 30.11
Local: Galeria Athos Bulcão
(Anexo do Teatro Nacional Claudio Santoro, SCN Via N2)

Sites:
www.fotartebrasilia.com.br
www.fotoparaense80-90.pa.gov.br

Fonte: Portal Photos

sábado, 13 de junho de 2009

FotoRio_2009 | Galeria de Arte



FotoRio2009 | Galeria de Arte IBEU | 17 de junho - 20h

E L E F A N T E C I D A D E S E R P E N T E | FERNANDA CHEMALE | Fotografías


"As imagens foram selecionadas para a edição do livro homônimo, que retrata o cotidiano do homem nas grandes cidades. Fernanda encarou o desafio de criar uma coleção de fotografias sobre as cidades hoje, sem o compromisso de documentar os edifícios, as avenidas, as pessoas, enfim a história sociocultural do espaço urbano. Olhar a cidade, registrar seu cotidiano, sentir o pulsar irritante, perceber o movimento incessante. Ver a cidade nem sempre significa veracidade. É exatamente essa a principal idéia que perpassa no livro ElefanteCidadeSerpente. Fernanda assume olhar a cidade fotografando-a com uma acelerada visão, tipo zapping, permitindo que nós, leitores, sejamos parcialmente responsáveis pela montagem de incríveis caleidoscópios. Sua percepção aguçada, associada a um fantástico sentido de unidade fluida e plástica, possibilita que o heterogêneo e a descontinuidade, presentes nas metrópoles contemporâneas, apareçam como uma síntese que materializa seu gesto livre e expressivo", diz o pesquisador e crítico de fotografia Rubens Fernandes Junior.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Fotoativa Pará - Sesc Pompéia

Entrada da área de oficinas do Sesc Pompéia - SP













Mesa com Tadeu Chiarell e Mariano Klautau Filho














Fotos: Michel Pinho

sábado, 6 de junho de 2009

Entre a fé e a febre projetado em Brasilia



Vídeo "Entre a Fé e a Febre" projetado em Brasília.
================

O Projeto Lambe-Lambe

No dia 2 de junho, no Cabíria Cine Café, haverá projeções de fotos do Coletivo Punctum, Silvio Zamboni, Guy Veloso.

Cabíria Cine-café: 413 Norte- Brasília DF

Dia 2 de junho a partir das 19h30

Fotoclube f/508
61. 3347 3985
www.fotoclubef508.com
fotoclubef508.wordpress.com

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Fotografia: entre as paisagens efêmeras, a arte

Alberto Bitar abre hoje sua 4ª exposição individual, no Basa

Viajar de carro com a família, embora divertido, pode se tornar uma chateação quando se é criança. Quanto tempo falta para se avistar o mar? Os minutos viram horas e o relógio pára. Inventa-se sono, fome. A estrada parece não ter fim e tudo aparece pintado com as cores do tédio aos olhos da impaciência infantil. Na trajetória do fotógrafo Alberto Bitar, contudo, momentos como esse foram imprescindíveis para a formação do seu olhar como artista. Enquanto o pai dirigia e a mãe ocupava a poltrona do passageiro, ele absorvia, atento, cada detalhe da paisagem que passava veloz pela janela.


Alberto Bitar

A faixa branca tracejada que parecia contínua, as pessoas e bicicletas que se tornavam vultos e desapareciam na velocidade à margem da estrada. Imagens que passaram e se fixaram na memória do artista hoje compõem “Efêmera Paisagem”, quarta exposição individual de Bitar, que será aberta logo mais, às 18h, no Espaço Cultural do Basa, e permanece em cartaz até o dia 3 de julho. A exposição reúne fotografias e um vídeo de quatro minutos que são um retorno à infância. Prêmio Banco da Amazônia de Artes Visuais 2009, “Efêmera Paisagem” é composta por imagens captadas do interior de veículos em movimento, prática que Bitar desenvolve desde o início de sua carreira, em 1992.


Alberto Bitar

“Sempre me atraiu o movimento, a possibilidade da fotografia capturar em um único frame a somatória de vários instantes, o fluxo do tempo”, conta Alberto, que aponta essa como a principal característica de seu trabalho pessoal com fotografia, como nas séries “Fotografismo” (1995), “Hecate” (1997) e, mais recentemente, em “Passageiro”(2005). “Há pouco tempo percebi que fotografar de dentro de veículos acaba me transportando àquela época em que olhava pela janela do carro e percebia as alterações na paisagem provocadas pela velocidade, momento que, acredito, acabou sendo essencial pra formação do meu olhar”.

NOSTALGIA

A criação do vídeo “Efêmera Paisagem”, ainda inédito em Belém, foi o ponto de partida para a concepção da série fotográfica. Produzido com imagens P&B captadas quando o artista voltava do interior do Pará para Belém, em 2005, a obra foi selecionada pelo programa Rumos Artes Visuais 2008/2009, promovido pelo Itaú Cultural, e participa de exposições em São Paulo, Rio Branco, Salvador e Rio de Janeiro ainda neste ano. A trilha sonora do vídeo, idealizada por Leo Bitar - primo de Alberto e parceiro em tantos outros trabalhos - mistura som ambiente e música eletrônica e é crucial para a criação de uma atmosfera de nostalgia, saudade e memória.

O espectador é convidado a entrar no carro e também compartilhar a viagem, com os olhos atentos, debruçado nessa janela imaginária. “Este trabalho é sobretudo uma oportunidade de compartilhar com o artista a estética de uma subjetividade que pertence a ele, que criou as imagens, e ao outro que, inevitavelmente, também se percebe nessa efêmera paisagem. São registros tão íntimos que provocam um intenso diálogo com o público.

Tanto no vídeo quanto nas fotografias prevalecem a melancolia e a saudade – um sentimento de incompletude difícil de descrever – que o espectador acaba transportando para sua vivência pessoal em uma leitura rica, múltipla ”, avalia Marisa Mokarzel, curadora da mostra. SERVIÇO: Abertura da exposição “Efêmera Paisagem”, de Alberto Bitar.Hoje, às 18h, no Espaço Cultural do Banco da Amazônia (av. Presidente Vargas, 800). A mostra permanece em cartaz até 3 de julho. Visitação de segunda à sexta, das 9h às 17h. Informações e agendamento de visitas: (91) 4008-3334/3670. A entrada é franca.

Fonte: (Diário do Pará)

Michel Pinho.